In January, 1900, Sergei Rachmaninoff and the great bass, Fyodor Chaliapin, were invited to Tolstoy’s home, Yasnaya Polyana (see photograph of birches along the main entrance to the estate).
Rachmaninoff played one of his own compositions, then accompanied Chaliapin in his song “Fate,” which is partly based on the famous opening of Beethoven’s 5th Symphony.
After the performance, Tolstoy spoke to Rachmaninoff (who was still smarting from the disastrous premiere of his first symphony almost three years earlier), asking him, “Is such music needed by anyone? I must tell you how I dislike it all. Beethoven is nonsense.”
Later, as his guests were leaving, Tolstoy obliquely apologized to the young composer.
“Forgive me if I’ve hurt you by my comments.”
Rachmaninoff, so the story goes, responded, “How could I be hurt on my own account if I was not hurt on Beethoven’s?”
sexta-feira, 3 de maio de 2019
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019
Uma piada ídiche
Um mendigo vai todos os anos a casa de um milionário que lhe dá seis dólares. Certa vez, porém, o mendigo recebe do seu benfeitor apenas três dólares. E protesta: 'Só três?'. O ricaço justifica-se dizendo que os negócios vão mal e além disso acabou de casar a filha.
- Ah - responde o mendigo. - Às minhas custas?
- Ah - responde o mendigo. - Às minhas custas?
terça-feira, 22 de janeiro de 2019
Atlas, J. L. Borges
«As vésperas de uma viagem são uma preciosa parte da viagem»
J. L. Borges, Atlas (ed. Quetzal), p. 103
quinta-feira, 25 de outubro de 2018
Um dos suspeitos fica em prisão preventiva...
... os restantes saem com calções de 50 mil euros
O prazo para entrega de candidaturas suspira na próxima terça-feira
O Gesto e a Palavra, esse clássico do grande antropólogo André Leroy-Merlin
A soprano Aleksandra Timofeyeva tinha-se estreado com o papel de Isolda no famoso Teatro Ela Não Se Cala, de Milão.
O prazo para entrega de candidaturas suspira na próxima terça-feira
O Gesto e a Palavra, esse clássico do grande antropólogo André Leroy-Merlin
A soprano Aleksandra Timofeyeva tinha-se estreado com o papel de Isolda no famoso Teatro Ela Não Se Cala, de Milão.
segunda-feira, 7 de maio de 2018
As minhas sandes
Uma boa sandes é preferível a uma refeição quente má (ou mesmo mediana).
Esta leva manteiga, paio de porco preto, queijo fatiado e salada temperada com um fio de azeite. Às vezes ainda coloco orégãos, o meu ingrediente secreto.
Há quem se esqueça do óbvio: para uma boa sandes é fundamental ter um bom pão. E este é-o sem dúvida - o pão da pastelaria Delícia, em Bicesse.
Esta leva manteiga, paio de porco preto, queijo fatiado e salada temperada com um fio de azeite. Às vezes ainda coloco orégãos, o meu ingrediente secreto.
Há quem se esqueça do óbvio: para uma boa sandes é fundamental ter um bom pão. E este é-o sem dúvida - o pão da pastelaria Delícia, em Bicesse.
Os benefícios do açúcar
«Foi Cornelius de Jong quem me chamou a atenção para o número de museus notáveis, como o Mauritshuis de Haia ou a Tate Gallery de Londres, que nasceram graças às doações das dinastias do açúcar ou que estão de algum modo ligados ao comércio do açúcar. O capital acumulado nos séculos XVIII e XIX graças a várias formas de economia esclavagista, disse De Jong, continua a circular entre nós, protege interesses e juros, cresce e multiplica-se, com força para florescer sempre de novo. Um dos meios comprovados de legitimar este tipo de dinheiro sempre foi a promoção das artes, a compra e exposição de objetos artísticos e, como hoje se pode observar, a constante escalada dos preços, já a raiar o grotesco, nos grandes leilões, disse De Jong. A marca dos cem milhões por metro quadrado de tela pintada em breve será ultrapassada. Ocorre-me por vezes, disse De Jong, que todas as obras de arte estão cobertas de um glacé de açúcar, ou mesmo que são inteiramente feitas de açúcar como a maqueta da batalha de Esztergim, criada por um confeiteiro vienense, que a imperatriz Maria Teresa, ao que se diz, no meio de uma das suas frequentes crises de neurastenia, comeu sem deixar uma migalha».
W. G. Sebald, Os Anéis de Saturno, p 190
domingo, 29 de abril de 2018
Já ouviram falar do Alcides, em Ponta Delgada?
Da primeira vez que estive nos Açores, tirando uma refeição no Eco-Resort Santa Bárbara, comi pessimamente. Na segunda visita foi diferente.
No entanto, houve uma refeição que se destacou. A do Alcides, que me foi indicado por uma pessoa amiga que conhece muito bem os Açores.
Logo pela sopa de feijão se percebeu estarmos numa casa de qualidade.
Os pratos principais estavam todos excelentes: espada frito, filetes de escolar (um peixe que eu desconhecia mas revelou-se ótimo) e uma espécie de posta de vitela com ananás flamejado.
Delicioso.
No entanto, houve uma refeição que se destacou. A do Alcides, que me foi indicado por uma pessoa amiga que conhece muito bem os Açores.
Logo pela sopa de feijão se percebeu estarmos numa casa de qualidade.
Os pratos principais estavam todos excelentes: espada frito, filetes de escolar (um peixe que eu desconhecia mas revelou-se ótimo) e uma espécie de posta de vitela com ananás flamejado.
Delicioso.
A sopa, o espada e o bife
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